Meu nome é
Pedro, tenho 39 anos, gosto de descobrir novas experiências e maneiras de
apimentar a relação sexual entre eu e minha esposa.
Acho muito pouco a vida sexual do casal
resumir-se apenas a cama. Fantasias, jogos sexuais, fetiches… enfim, ter uma relação
em que se permita dialogar e viver novas aventuras sem pudores ou mentiras, é
claro respeitando até onde é consenso entre os dois.
Certo dia,
navegando pela internet, vi uma reportagem que me chamou atenção de um pequeno vibrador
feito para o casal chamado We-vibe.
Não pensei
duas vezes, fiz o pedido em um sex
shop e comecei a planejar uma surpresa de como apresentar a encomenda a
Fernanda, minha esposa.
Você deve
estar se perguntando o que tem demais nesse dito brinquedo... achei
interessante por ele ser em formato de um U, portanto, com duas extremidades
onde uma entra na vagina e a outra no ânus e tem mais, por conta do seu tamanho
a reportagem dizia que era possível a mulher caminhar com ele dentro do corpo
sem ele ser percebido, pra completar o acessório vem com controle remoto de
liga/desliga e é possível controlar a velocidade e a escolha de como deseja as
vibrações, se prolongadas, curtas ou mistas.
Alguns dias
depois recebi minha encomenda e já tinha tudo planejado na minha cabeça.
Nós gostamos
de sair para barzinhos com música ao vivo, tomarmos umas bebidas e depois muito
sexo. Dessa vez, a minha ideia foi de iniciar as preliminares no próprio bar,
queria ver o comportamento dela sentindo prazer em meio a outras pessoas, no
entanto, sem poder chamar a atenção.
Tudo pronto
para a noite, Fernanda é uma linda mulher, cabelos longos, peitões naturais e
usa nesta noite um vestido longo daqueles que marcam todo o corpo com recortes
e decotes, os seios parecem que vão saltar do decote, há cordões entrelaçando
de um lado a outro, batom vermelho e uma maquiagem realçando ainda mais os
olhos castanhos claros, isso tudo sobre um salto alto vermelho (mulher devia
ser obrigada a usar saltos sempre, inclusive na cama, a única exceção seria na
praia), elegantíssima e sensual.
Chegamos ao
bar que escolhi por ter dois grandes ambientes, interno e externo, a acústica
do local ajudar-me-ia no plano, sentamo-nos em uma pequena mesa para duas
pessoas um pouco mais reservada na área externa.
Já havíamos
frequentado aquele local meses atrás, porém, para nossa surpresa o público do
bar mudou radicalmente, o que era um ambiente mais tranquilo de casais e
amigos, virou praticamente uma república de estudantes, devido a abertura de
uma faculdade nas proximidades do bar.
Fernanda
olhou para mim antes de sentarmos como quem queria ir para outro lugar, só que
para a minha ideia dar certo achei por bem permanecer ali mesmo, nossas
vestimentas eram totalmente contrárias do público presente, ela sentiu-se meio
um peixe fora d’água. Só que ela não era o peixe e sim a sereia e mais ainda,
única.
O bar estava bem cheio, por volta de 150
pessoas. Por ser uma noite quente resolvemos tomar cerveja e alguns copos
depois, Fernanda quis ir ao banheiro, levantei-me com ela e seguimos o caminho,
ela a frente e eu mais atrás segurando uma de suas mãos sobre seu ombro, foi um
zum zum zum, aliás tenho que admitir, foi um show de Fernanda atravessando esse
salão, nas mesas homens e mulheres olhando e comentando, retornamos ao nosso
local e sorrimos.
Claro que
sinto ciúmes dela, contudo, mais do que ciúmes a vaidade de ter uma linda
mulher, não posso impedir que a admirem, olhem mesmo... mas sei que é minha,
assim como sou dela. Após mais cervejas, conversa vai, conversa vem… é chegada
a hora!
Digo que
tenho um presente para ela, mas que tem que ser usado agora! Ela curiosa
pergunta: Hummm, o que é? Eu respondo: Surpresa! Vai usar? Ela concordou. Em
uma caixinha muito elegante está o brinquedo,
cabe na palma da mão.
Ela pegou e
me perguntou o que era, explico-lhe que deve ir ao banheiro passar um gel e
introduzir na buceta e no cuzinho e voltar para a mesa (o interessante é que
ela não sabia que tinha um controle, deixei programado e guardei no meu bolso).
Ficou
vermelha (ela tem pele branquinha), envergonhada, mas sorriu e pensou! Eu sabia
que ela faria, é safada e estava curiosa com o que ia acontecer.
Então foi ao
banheiro novamente, dessa vez sozinha, e eu já de pau duro pensando em ver sua
cara, não tinha condições de me levantar.
Novamente a
rainha da noite atravessava o salão, eu e todo mundo de olho, que mulher
gostosa! Minutos depois está de volta sentada a minha frente, falou que cumpriu
minhas ordens direitinho, mais sorrisos e… pronto!
Acionei o
controle, ela se contorceu toda sentada na cadeira, tomou um susto mas tinha
que disfarçar, pois havia muita gente em volta, o We-vibe
faz um barulhinho semelhante a uma bateria de celular vibrando em proporção um
pouco menor, por isso na preocupação de alguém escutar e suspeitar de algo
procurei um ambiente com música ao vivo, como também o fato de ser um ambiente
aberto, isto ajudava ainda mais.
Comecei com
a programação em baixas vibrações só para ela sentir como seria, depois
lentamente fui aumentando. Ela olhava-me, baixava a cabeça e cobria o rosto com
as mãos e o cabelo, pedia:
– Para! Eu
diminua, parar não! Agora que estava começando a diversão, aos poucos foi
relaxando e se entregando, dava para ver os bicos daqueles peitões arrepiados.
Eu havia
pedido mais cerveja e com colarinho, ela deu um gole e deixando um pouco de
espuma naquela boca vermelha que eu imaginava como uma gozada minha, deixei em
vibrações mais lentas, acendi um cigarro e dei para ela junto com chicletes,
ela tragava, mascava e lentamente soltava a fumaça do jeito que gosto de vê-la,
de vez em quando alguns goles na cerveja.
Até que fui
aumentando as vibrações, Fernanda escondeu seu rosto nos meus ombros e disse: –
Chega! Não aguento mais assim vou gozar!
Tive que
desligar, em uma mesa ao lado percebi uma mulher desconfiada e aparentemente se
perguntando o que estaria acontecendo.
Instantes
depois por baixo da mesa Fernanda rapidamente levou os dedos na sua xana toda
molhadinha e discretamente depois passou em meus lábios.
– Está bom
para você? Imediatamente pedi a conta, estávamos loucos de tesão.
Saímos e
fomos para o carro e Fernanda diz: -Agora você me paga!
Lá estava eu
já de pau duro outra vez, desse tipo de pagamento estou pronto sempre.
Fernanda nem
esperou saímos do estacionamento, caiu de boca no meu cacete e começou a mamar,
um minuto depois pulou no meu colo enquanto eu já dirigia em direção ao motel,
cheguei o banco um pouco mais para trás, ela sentou na minha pica de frente
para mim e deixou a mostra aqueles melões tocando meu peito, eu conduzia
lentamente olhando por cima dos ombros dela, ela rebolava como podia.
É início de
madrugada, a cidade está calma, sinal fechado, então parei em uma rua de
sentido único que só cabe um veículo, eis que vejo um farol pelo o retrovisor,
era uma moto com um casal que encosta justamente do nosso lado, o vidro está
fechado e tem revestimento fumê, mas Fernanda cavalga tanto que o carro
balança.
O casal
percebe e observa, ainda bem que o farol abriu logo e eu arranco chegando
finalmente no motel, na portaria chegamos de um jeito não convencional, pedi a
primeira suíte que consegui ler, sem nem escolher. Fernanda não sai de cima,
apenas relaxa um pouco o corpo, vira a cabeça do lado oposto e cobre os seios,
a atendente nada fala.
Quando
finalmente estaciono e abro a suíte, ela me pega pelo o colarinho da camisa e
diz: – Aí agora não! Saiu me puxando, abriu o porta malas da caminhonete, subiu
e ficou de quatro: -Vem, me fode!!! Que surra de pica!
Quando senti
que estava perto de gozar, parei e arrastei ela para o sofá no hall de entrada
da suíte, uma boa chupada naquela buceta, passando a língua ao redor do
cuzinho, peguei o santo vibrador outra vez e agora foi eu que introduzi nos
seus dois buraquinhos, dessa vez sem perdão velocidade máxima!
Meti minha
pica na sua buceta junto com o vibrador,
que sensação maravilhosa! Meter e ao mesmo tempo aquele negócio massageando,
ela gritava e se contorcia, até que gozou!
Senti seu
corpo tremer, tirei meu pau e gozei em sua cara escorrendo naqueles peitões.
Descansamos
algum tempo, depois iniciamos mais uma vez para coroar a noite que descobrimos
como uma brincadeira pode apimentar tanto uma relação. Fernanda continua sendo
fogo e eu lenha, ou seria o contrário? Depende do dia, o que importa é que o
incêndio sempre vem!
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