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segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Conto Erótico - A crente que deu no sex shop em Campinas

Hoje vou contar a minha história dentro de um sex shop em Campinas

 

Eu tenho 32 anos me chamo Paula, sou adventista do 7 dia. 

 

Como muitos de vocês sabem, nós não podemos fazer sexo até o casamento.

 

Mas eu sou uma crente muito safada, adoro tudo o que é relacionado a sexo e adoro coisas de Sex Shop. 

 

Eu estou sem namorado a algum tempo, então estou subindo pelas paredes. 

 

Foi então que uma amiga minha me indicou um sex shop em Campinas, pois queria ver um vibrador clitoriano e um plug anal. 

 

Queria comprar esse vibrador clitoriano, para poder me estimular e eu tenho muito tesão na parte anal.

 

Como minha amiga falou bem desse sex shop em Campinas, resolvi ir até a loja conhecer, pois nada melhor que ir pessoalmente ver o produto.

 

Chegando lá um moço foi me recepcionar, entrei meio assim, mas pensei, poxa um homem pode me explicar coisas diferentes. 

 

Entrei na loja  e ele perguntou o que eu queria, falei que queria um vibrador clitoriano e um plug anal. 

 

Nisso ele aparece começa a me mostrar alguns aparelhos. Não sabia que tinha tanta variedade.

 

Mas a forma que ele ia falando, foi me deixando com muito tesão. E comecei a fantasiar coisas dentro daquele local

 

Mas eu pensava, preciso me comportar, sou uma moça religiosa. Meus cabelos são longos, uso saia, mas vou confessar que estava sem calcinha.

 

Ele apresentou vários produtos, mas um que amei, foi vibrador um chamado LUSH2. Ele começou a explicar sobre o produto que era um vibrador clitoriano, que pode ser colocado dentro da vagina que era muito forte .

Sex Shop Campinas
 

Comentou que varias meninas cam girl usava e falou que tinha vários vídeos dele no xvídeos e no pornhub.

 

Eu muito curiosa, perguntei, e você tem algum vídeo desses para eu ver?

 

Ele falou: Sim!

 

Pegou o celular e começou a me mostrar, um vídeo porno melhor que o outro.  Minha bucetinha começou a piscar de tesão.

 

Eu fiquei vendo os videos e vendo aquelas meninas tremendo toda e perguntei é tão forte assim?

 

Ele falou, deixa eu mostrar. Ele conectou o produto no celular dele e começou a demonstrar. 

 

Minha nossa senhora, o vibrador é espetacular. Ele é muito forte, você controla via aplicativo, por voz, a distância e a potência dele é algo magnifico.

 

Pedi para ele separar um daquele, pois já queria.

 

Perguntei para ele sobre o plug anal, o moço começou a falar sobre os géis anais, e também dos géis excitantes.

 

Hum, fiquei interessada!

 

Como funciona esses géis ai? Ele comentou, tem que esquenta, que vibra, que esquenta e esfria. E perguntou para mim se eu já tinha provado.

 

Falei que não! E ele falou quer provar? 

 

Eu estava com a minha buceta toda melada vendo os vídeos, falei, quero sim! Posso passar no provador?

 

Ele falou se você quiser, pode sim!

 

Ele borrifou um pouco no meu dedo e entrei dentro do trocador e comecei a passar.

 

Não imaginaria que o efeito daquilo era tão imediato e tão intenso.

 

Eu comecei a me contorcer dentro daquele sex shop em Campinas. Eu estava com um tesão fora de mim

 

Sentei-me no provador e comecei a me tocar lá dentro de tanto tesão

 

Ele do lado de fora e eu dentro do trocador me masturbando.

 

Ele perguntou, está tudo bem? Eu falei, está tudo ótimo! Esse gel que vibra faz milagre hein? 

 

Nossa estava louca de tesão com a perna toda arreganhada tocando uma siririca lá dentro

 

Ele falou então tá bem!!!!

 

Eu continuava lá dentro e comecei a gemer, gemer e gemer…

 

O moco percebeu que estava louca de tesão e falou quer mais um pouco de gel? 

 

Eu falei por favor quero mais um pouco.  Ele abriu a cortina e eu estava lá tocando uma bem gostosa e ele colocou mais um pouco na minha outra mão.

 

Quanto mais eu passava, mais minha buceta babava e tremia. Que delícia!!!!

 

Eu toda lambuzada com a buceta, escorrendo, falei:

 

Moço, tem mais gel? Ele falou tem sim!

 

Agora quero que você passa em mim. Ele meio sem jeito, vai para perto da minha buceta e começou a massagear ela.

 

Falei para ele, só não enfia o dedo porque sou virgem. Não posso perder a virgindade antes do casamento.

 

Ele muito respeitador, continuava a massagear a minha buceta e eu toda arreganhada para ele.

 

Nesse momento, abaixei a blusa e falei, mama na minha teta seu gostoso!

 

Ele começou a chupar ela, como se fosse uma garotinha mamando mesmo! Que maravilha!!!!! Que delícia!!!!!

 

Estava quase gozando e falei, para um pouco, quero um plug anal 

 

Ele perguntou temos todos esses modelos. Escolhi um de joia e falei, vou levar esse aqui tamanho médio, mas por favor coloca ele no meu cú

 

Virei fiquei de 4 e pedi para ele enfiar o plug no meu cú.  Não é que o moço é habilidoso!

 

Colocou de uma forma que me deixou mais tarada ainda. Perguntei, está gostando de enfiar no meu cuzinho esse plug anal?

 

Então brinca com o meu cú, porque ele está sedento de tesão!

 

E ele enfiando bem gostoso! Oh cara delícia!

 

Eu olhei pelo espelho e ví que ele estava bem excitado com o pau duro.

 

Falei para ele, gostou do meu cuzinho né safado, pega aquela camisinha lá no balcão, coloca ela e me fode

 

Não posso dar a buceta, mas estou louca para dar o cú para você. E pega o vibrador lush2 que vou levar.

 

Ele colocou a camisinha e trouxe o vibrador, ele ligou o vibrador e coloquei na minha buceta.

 

Comecei a tremer toda, isso que só foi no clitóris. Virei de 4 e falei, pode me enrabar gostoso.

 

Ele com todo jeito do mundo começou a me fuder meu cú dentro daquele provador e eu toda arreganhada com o vibrador na buceta.

 

Como ele me podia gostoso! Ele socava meu cu como um pilão, e eu vendo estrelas. Ainda mais com aquele vibrador superpotente.

 

Não demorou muito e gozei!!!!! Dei Até um grito de tanto tesão.

 

Ele continuou socando até gozar no meu cuzinho.

 

Que delícia de tarde!

 

Me recompus, peguei meus acessórios, paguei e fui embora!!!

 

Não posso dar minha buceta, mas dei meu cuzinho bem gostoso nesse sex shop em campinas.

 

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sexta-feira, 25 de dezembro de 2020

Conto Erótico - Namoradinho da minha filha

 Namoradinho da minha filha

Sei que fiz besteira com a minha filha, traí meu marido e eles nem imaginam. Só que na vida temos que fazer as coisas que temos vontade, ou não?

Sou casada, tenho 37 anos e uma filha . Quando saímos juntas acontece aquele comentário dizendo que parecem duas irmãs. Sim, parecemos mesmo. 

Temos o rosto e o corpo muito parecidos, magras, altas, seios médios, pernas bonitas, coxas grossas e bunda durinha.

Exerço uma profissão liberal, embora praticamente meu horário de trabalho seja o comercial. 

E foi justamente chegando fora do horário em casa que percebi uns gemidos vindo do quarto da minha filha. Achei estranho e perguntei para mim mesma, será que estes gemidos são o que estou pensando? Não pode ser… Aqui em casa?

Aproximei-me do quarto em silêncio e pelo reflexo do espelho de um móvel dava para ver minha filha na cama, de quatro, junto com seu namorado. 

Minha xoxota umedeceu de vontade, afinal fazia tempo que meu marido não comparecia e outra, vendo aquele jovem bonitinho, eu que sempre fui meio ninfomaníaca, e amo sex shop, essas coisas só fez aumentar meu tesão.

Cheguei a pensar em ir embora de fininho, mas estava tão excitada. Nunca tinha visto ninguém transar na minha frente. 

O menino dava tapas na bunda dela o que a fazia gemer baixinho e metia com força. Como não dava para enxergar direito fui me aproximando cada vez mais da porta, em silêncio absoluto. Fiquei ali, olhando sem que eles percebessem minha presença.

O menino metia vigorosamente, agarrando-a firme e não sei quanto tempo eles estavam transando, mas minha filha atingiu o orgasmo, delirando de prazer. Foi aí que minha filha girou o rosto em direção à porta e me viu, dizendo:

– Mãe…
O coitado do menino, que ainda metia com força, parou e olhou para mim. Foi ficando vermelho de vergonha, estático, até que tirou seu pinto, que já estava meia bomba, de dentro da minha filha. 

Deu para ver uma coisa curiosa, ele estava depiladinho, assim como ela. Não tinham pentelhos. Será que era uma tara sexual?

Imediatamente ele cobriu seu pinto com a mão e saí dali enquanto se trocavam. Vieram falar comigo e disse que tínhamos muito o que conversar, embora eu sabia que tinha pouco a dizer.

– Quero que você vá. – disse olhando para o menino – E volte amanhã de manhã, lá pelas nove horas que quero conversar em particular com o senhor.

– Mas mãe… – interrompeu minha filha – eu não vou estar aqui de manhã. Vou estar na escola.

– Que parte você não entendeu que quero conversar com ele em particular? – perguntei a ela em tom bravo– Em particular significa sem a sua presença.

O menino foi embora e disse, já mais calma, a minha filha:

– Filha… Não vou contar nada a seu pai, mas já imaginou se fosse ele que te pegasse aqui? 

Olha, eu entendo o momento que você está vivendo porque passei por isso também. Sei que os hormônios estão à flor da pele, mas precisa tomar cuidado com doenças e com uma possível gravidez.

– Mas Mãe… Ele sempre faz com camisinha e a senhora sabe que eu uso anticoncepcional.

– Esse sempre, significa que vocês já fizeram mais vezes não é?

– Sim mãe. Algumas vezes.




– Tudo bem filha é por isso que quero conversar com ele, para que tome cuidado com você e não te machuque. Lembre-se: ele é teu namorado, mas poderá não ser seu marido. Não quero que se arrependa ou fique remoendo sentimentos depois de ter feito sexo com a pessoa errada.

– Eu sei mãe…

– Você sabe que sou uma mãe liberal e não vou te proibir de nada, agora quando for fazer, fecha a porta do seu quarto, por favor. A probabilidade de seu pai chegar aqui sozinho é zero, já que para sair do escritório ele me avisaria, porém eu posso chegar a qualquer momento e não quero topar com um homem pelado na minha frente. Também tenho vontades…

Rimos muito e ela me abraçou e eu estava começando a ficar arrependida do que pensei em fazer no dia seguinte, porém eu estava muito excitada como há muito tempo não ficava. Disse a ela que precisa ir a farmácia comprar um remédio para dor de cabeça e saí. Na verdade fui comprar camisinhas.


Voltei e fui tomar um banho. A imagem daquele menino com seu pinto não saia da minha cabeça. Não que fosse algo enorme, mas não tinha pentelho algum e parecia tão bonito. Em vez de aparar os pelos da minha buceta, resolvi depilá-la por completo. 

Fazia tempo que não fazia isso e ao passar a mão, por cima dela podia senti-la com uma sensibilidade maior. Estava tão tesuda que resolvi tocar uma siririca.

Naquela noite, se meu marido quisesse fazer sexo, já tinha uma desculpa. Mostraria minha bucetinha lisinha e diria que tinha pego uma infecção urinária e estaria me tratando. Porém, como sempre, não me procurou naquele dia, aliás quase não fazia isso. Eu não queria baixar meu tesão.

O relógio despertou às oito horas e ele e minha filha já haviam saído. Tomei um banho, lavando bem as partes íntimas e coloquei uma calcinha fio dental, um sutiã e uma camisolinha transparente bem curtinha. Estava toda de branco e parecia uma noiva.

Perto das nove horas o interfone tocou e mandei-o entrar. Fiquei com a porta entreaberta, deixando apenas meu rosto para fora, porque não queria que algum vizinho me visse de camisola e calcinha, afinal tinha uma reputação a zelar. Ele chegou e entrou.

Me segurei para não rir da cara que ele fez quando fechei a porta e ele me viu de camisola branca, transparente e de calcinha e sutiã. 

Com certeza ele não esperava aquilo. Disse a ele com tom de inocente:
– Desculpe… Acabei de acordar e não tive tempo de me trocar, mas acho que não tem problema né… Você já viu minha filha pelada e eu pelo menos não estou assim. Vem, vamos para a cozinha tomar um café.

Saí e tenho certeza que deve ter ficado excitado em ver minha bunda, de fio dental, rebolando à sua frente. Comecei a esquentar o café dizendo a ele que poderia ficar tranquilo que eu não estava chateada com o que aconteceu no dia anterior, mas queria conhecer mais a respeito dele e suas intenções com a minha filha.


Enquanto ele falava, eu fui a pia, ficando de costas para ele de propósito e espremendo algumas laranjas. De rabo de olho, vi ajeitar seu pau dentro da calça, devia estar incomodando. Terminei o suco e disse a ele que estava sentado do outro lado:

– Vem aqui… Senta do meu lado… Aqui onde a toalha está posta e toma um café comigo.
Com certa vergonha, aquele adolescente de 18 anos se levantou. Acho que estava com vergonha de estar com o pau duro e tentou disfarçar o máximo. 

Sentou-se ao meu lado e comecei a servi-lo, quando falei:
– Estou alegre em ver minha filha feliz e não gostaria que fizesse algo que a machucasse. Você me parece ser um bom menino.

– Jamais faria algo para maltratá-la, senhora. – disse ele respeitosamente.

– Não precisa me chamar de senhora. – falei – Queria saber se você é capaz de guardar segredo? Se posso confiar em você? Que não contaria nada a ninguém, inclusive para a minha filha?

– Sim – respondeu ele sem entender onde eu queria chegar.

– Lembre-se… Você só tem a perder se revelar este segredo… Inclusive com ela.

– Tá bom senhora… Ops… Desculpe… Tá bom… Você pode confiar em mim que não vou falar para ninguém.
Por baixo da mesa coloquei minha mão sobre a coxa dele, alisando-o e disse:

– Bom… Ontem eu interrompi algo entre vocês e acho que estou te devendo uma.

– Não entendi… – disse ele completamente vermelho de vergonha.

– Você ia gozar e eu interrompi. Me sinto culpada. – falei pegando na sua mão e colocando sobre a minha coxa.

– Não tem pro… problema. – disse ele gaguejando quando esfreguei sua mão por minha coxa até quase a calcinha.

– Tem sim… – disse eu – Pago minhas coisas com juros e desde já peço desculpas. Não deveria ter feito aquilo. 

Deveria ter ido embora e deixado vocês. Agora, o nosso segredo é o seguinte: Estamos só nos dois e ninguém vai chegar. Quero te ensinar algumas coisas que tenho certeza que minha filha vai adorar. Você já teve alguma experiência com outra mulher?

– Não… – respondeu timidamente – Somente com a sua filha. Mas aprendi vendo filmes.

– Então… Vou te ensinar algumas coisas e depois você põe em prática. O que acha?

Sem dar tempo dele responder, me levantei e peguei uma de suas mãos erguendo-o também. De mãos dadas levei-o para o quarto. 

Era nítida a sua apreensão e seu nervosismo. Disse a ele para tirar a roupa. Ele ficou de cueca e percebi que tinha perdido a ereção. Acho que era o medo de falhar, afinal ele era um adolescente e eu uma mulher já formada.

Tirei a cueca dele e me ajoelhei na sua frente. Comecei beijando aquele pintinho mole que foi começando a dar sinal que estava vivo. Era gostoso beijar aquele púbis lisinho, sem pentelhos para entrar na boca. Coloquei suas bolas na minha boca e comecei a sugá-las docemente. Acho que minha filha nunca tinha feito isso.

Escutei um:
– Nossa…
Com a mão fui tocando no seu pinto que já estava quase que totalmente duro. Lambia as laterais e as mordia levemente. Aquele adolescente estava indo à loucura e eu também, já que minha boca estava cheia de água.

Abocanhei aquela cabecinha rosada e comecei a sugá-la com bastante carinho. Escutava o pobre garoto gemer de tesão. Conseguia quase colocar tudo na minha boca, enquanto minhas mãos acariciavam aquele saco gostoso. 

Fiquei fazendo aquela massagem deliciosa com os lábios e a língua naquela glande até que percebi que ele ia gozar porque seu pau aumentou de tamanho e latejou. Tirei a cara e ele gozou atingindo meus peitos e a camisola.

Olhei para ele e disse:
– Você tem que avisar quando vai gozar porque nem sempre a mulher gosta de receber esperma na boca.
Fui me limpar no banheiro da suíte e voltando tirei a roupa ficando peladinha também. 

Estava bastante excitada porque fazia anos que só via o pau do meu marido, isto é, quando ele comparecia. Sentei na cama e ele sentou-se ao meu lado. Seu pinto, já mole estava com um pouquinho de porra. 

Limpei com a minha boca e o gostinho dele era bom. Não era tão ácido como o do meu marido, aliás, esta prática eu havia abolido do nosso relacionamento.

Pedi para ele me chupar e até que começou bem vindo da minha orelha, pescoço até os seios. Neste momento falei para ele que os biquinhos são muito sensíveis e ele estava causando um desconforto com as mordidinhas. 

Devia apenas sugar. Aí começou a fazer direitinho. Logo desceu pela minha barriga e ficou beijando a minha vulva. 

Acho que ele percebeu que eu estava gostando porque me contorcia. Com a mão, empurrei a cabeça dele mais para baixo, na entrada da vagina, e pedi para colocar a língua. 

Nossa, quando entrou estremeci e fechei minhas pernas, esmagando a cabeça dele. Ele percebeu e começou a alterar entre enfiar a língua e a me sugar suavemente.

Pedi para ele introduzir o dedo também e ensinei-o onde me dava mais tesão. Demorou um pouquinho mas ele pegou o jeito e a força. Sendo sugada, lambida e invadida por um dedo, logo avisei que iria gozar e, para minha surpresa, continuou sem tirar a boca da minha vagina.


Gozei gostoso, mas continuava excitada. Aproveitando que aquele adolescente estava de pau duro, coloquei a camisinha nele pedi para cavalgá-lo. Abri as pernas, fui por cima e entrou gostoso. A minha vagina abraçou aquele pinto com carinho. 

Ajoelhada e de frente para ele, comecei os movimentos de subir e descer. O garotinho fechava os olhos de prazer. Contraía, meus músculos vaginais esmagando seu pinto. Foi fácil fazê-lo gozar.

Disse para ele que o deixaria descansar um pouco, mas que queria muito mais. Fui até buscar um suco de laranja para ele repor as vitaminas. 

O bom de transar com adolescente é que logo eles ficam de pau duro. Fiquei de quatro e falei para ele fazer como estava fazendo com a minha filha no dia anterior.
Nesta posição, o menino sabia o que fazer. 

Metia gostoso, fundo, forte e alternava velocidade e vigor. Quando tirava, seu pau vinha roçando próximo ao meu clitóris e isso dava um tesão alucinante. Parece que era a forma do pau dele que me proporcionava isso. 

Dizem que cada panela tem sua tampa, acho que encontrei uma. Comecei a tremer e o orgasmo veio intenso, duradouro, tão forte que contraí os músculos da vagina e duvido que ele conseguiria tirar o pau dali. Urrei de prazer.

Ele continuou metendo quando relaxei. Não sei se queria me dar mais prazer ou se obter o seu próprio prazer. As estocadas eram firmes e ele fazia cara de macho. Sabe aquela cara de macho que está te comendo e você tem que aguentar. Bobinho… Mulher gosta de rola. Comeu, Comeu, até gozar e cair do meu lado.


Depois de quase meia hora descansando, estava me sentindo plena, porém me preocupava se ele quisesse comer a bunda da minha filha. Se ela puxou a mim, gostaria de dar e não queria que ele a machucasse.
 

Perguntei a ele:
– Você já comeu uma bunda?
– Bom… – disse ele.
– Comeu ou não comeu – reforcei meio que impaciente.
– Não. – respondeu.

Diante da negativa dele, disse que iria ensiná-lo. Comecei chupando o pau dele que estava mole até endurecê-lo. Coloquei a camisinha e passei bastante lubrificante. Deitei de bruços e disse para ele espalhar o lubrificante no meu ânus. 

Com os dedos foi fazendo todo aquele trabalho de preparação, até que fique de ladinho, dizendo a ele que essa posição era a que menos doía no início.
Ele posicionou-se e passei minha perna por cima da dele, liberando meu cuzinho. 

Afoitamente ele foi querendo penetrar e eu disse para ir devagar, aquilo não era buceta. Atendendo ao que eu falei, foi introduzindo devagar e eu me acostumando. Gosto de fazer anal e até fazia bastante com meu marido, mas fazia tempo e estava um pouco incômodo.


Aos poucos foi ficando gostoso e pedi para ele colocar os dedos na minha buceta. Meu tesão foi aumentando e fui relaxando. Já dava para mudar de posição e fomos para a minha preferida, eu deitada de bruços e ele por cima.

Até entrar é difícil e pedi para colocar mais lubrificante, porém depois que entra é uma delícia, pelo menos para mim. 

Sentir o peso do corpo de um homem em cima de você, ele alisando suas coxas e bunda, te agarrando por debaixo dos braços e te imobilizando, você ali, não tem para onde correr, e ele metendo forte… Isso me dá muito tesão.


Acho que foi quase uns cinco minutos assim, mas eu queria gozar e pedi para ficar de quatro. 

Meu cú já estava pronto para esta posição e mesmo assim pedi mais lubrificante. Santo lubrificante. Com ele tudo é mais fácil. Se você é mulher, recomendo tentar com bastante lubrificante.

Deixa seu macho te penetrar devagarinho. Sei que vai doer, mas é no começo, depois fica bom. Te garanto.

Ali estava eu. De quatro com ele comendo meu cú e com os dedos na minha buceta. Pedi para ele dar uns leves tapas na minha bunda. Adoro isso. Não demorou muito e veio aquele gozo gostoso, tão gostoso que parece que contaminou o menino que gozou também.


Refeitos, olhei no relógio e era quase meio-dia. Disse para aquele garoto me dar seu número de telefone, ir e manter segredo do que fizemos e falamos. 

O importante também era não me procurar, se quisesse eu o procuraria. Fui tomar um banho antes que minha filha chegasse.


Certamente eu estava muito feliz e satisfeita, mas é lógico que minha cabeça também estava amargurada, primeiro pela minha filha e depois pelo meu marido. 

Pela minha filha havia ainda certa atenuação porque ela iria receber benefícios se aquele garoto aprendeu alguma coisa. Com relação a meu marido, não tinha isso. Foi traição pura.

Naquela tarde, minha filha depois de conversar com o namorado pelo telefone me diz:


– Mãe… Meu namorado pediu para te agradecer. Disse que você é demais e que gostaria de ter uma mãe assim. Obrigada mãe…


Isto, confesso, cortou meu coração, mas teve bons frutos. Sei que eles continuaram a transar por alguns meses, porque via a felicidade estampada no rosto da minha filha. 

Numa tarde cheguei mais cedo e vi a porta do quarto dela encostada. Olhei pelo buraco da fechadura e estavam os dois deitados pelados na cama. Acho que já tinham transado.


Fui para a cozinha e sem querer encostei numa panela que caiu fazendo bastante barulho. Logo ele apareceu na cozinha e me disse baixinho:
– Estou louco para te pegar de novo…

Que menino atrevido, mas antes que eu pudesse responder ele saiu, beijou minha filha e foi embora. Menos de um mês depois, eles brigaram e desmancharam o namoro. 

Já recebi duas mensagens no wattsapp dele com a palavra “Quando?”, mas não tive coragem de responder, aliás, não sei se faço isso

 

Leia esse conto erótico: Tomei tesão de vaca no sex shop em Campinas e dei pra o vendedor 

 

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sábado, 19 de dezembro de 2020

Tomei tesão de vaca no sex shop em Campinas e dei pra o vendedor

Tomei tesão de vaca no sex shop em Campinas e dei pra o vendedor

Vou relatar algo real que aconteceu comigo, algo realmente supreedente e delicioso. 

Sou de Campinas e sou uma pessoa que adora sexo e principalmente adoro ouvir coisas bem picantes. Adoro ver porno brasileiro para ouvir o que eles falam, Vadia, puta, piranha, safada, gostosa, essas palavras me deixam muito excitada, pois adoro me sentir dessa forma. 

Estava conversando com uma amiga e ela comentou de um grupo de WhatsApp de um sex shop de Campinas que era muito bom, que as mulheres trocavam muitas informações, tinha muitos gif, vídeo porno, conto erótico. Gostei tanto que apresentei o grupo para minha prima. 

Depois de quase 2 semanas que tinha entrado no grupo, estava em casa com muito tesão e queria comprar um plug anal para mim. Então resolvi ir nesse sex shop

Sabia que quem atendia lá a noite era um homem e eu sempre tive vontade e curiosidade de entrar em um sex shop e ser atendida por um homem. 

Quando cheguei um homem bonito, elegante e educado veio me receber na porta, eu havia pedido um Uber e iria pagar em dinheiro, porém, dei uma nota de R$100 e ele não tinha troco.

 Falei, e agora, mas assim que o rapaz abriu a porta pedi para ele e ajudar , ele prontamente trocou os meus cem reais. Ele é carismático, bem receptivo .... 

Fala muito bem sobre os produtos, lingeries e demais coisas da loja, ele é bem apresentável, bem seguro de si, a pessoa certa pra estar naquela loja maravilhosa ! 

Senti um tesão enorme por ele, me senti bem a vontade de estar ali, e percebi que ele fica louco de desejo também apresentando os produtos . Eu estava Ah flor da pele, empolgada pra conhecer todas as coisas.

 Foi tudo maravilhoso, a cada andada na loja, era surreal, lingeries lindas, plug anais uma mais lindo que o outro, fantasias belas, perguntei se ali tinha o tesão de vaca ?! 

Ele disse que sim, eu disse que queria toma naquele minuto, ele colocou na taça de vinho e tomei, alguns minutos depois comecei a sentir um tesão fora do normal e comentei com ele rsrs, acho que já está fazendo efeito ! 


 

Fui experimentar umas peças no provador do sex shop, provei uma, duas e depois quando vi já estava pelada super confortável na frente dele. 

Não podia imaginar que aquele tesão de vaca realmente era potente, minha buceta estava melada, eu ali toda pelada e estava pingando de tesão.

Bem a vontade no provador, já pelada, pedi pra que ele passasse um gel excitante que vibra, aquele gel começou a esquentar, esquentar e vibrar como fogo e o tesão só aumentando. 

Ele começou a me dar dedadas, que dedo delicioso e eu loucamente gemendo e querendo mais e mais ..... 

Tive vários Squiritings, uma explosão de prazer.

Rapidamente pedi pra que ele me comesse ali mesmo no provador. Ele me virou de quarto e comecou a me fuder lá dentro, me achando de vadia , puta , tudo o que mais adoro ouvir e me sentir assim foi uma loucura. 

Aquela pica entrando gostoso em mim e eu morrendo de prazer. Amei! já vou recomendar para minhas amigas , pois vale a pena um atendimento desse.

 

Leia também: Dei no trocador do sex shop em Campinas

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quarta-feira, 4 de novembro de 2020

Conto Erótico - Casada infiel que gosta de sexo

 

Sou casada, trinta e oito anos, loira, cabelos lisos e adoro sexo. Apesar de manter a aparência de dona de casa respeitável, de vez em quando, acabo saindo com outros homens, o meu marido, nem desconfia. No começo, até tinha sentimento de culpa, porém, com o tempo, a gente acaba aceitando isso.

De uns tempos para cá comecei a vender roupas para ganhar mais um pouco de din-din para conseguir comprar meu carro, e pelo menos uma vez ao mês acabava viajando para São Paulo para trazer roupas a um preço mais em conta.

Dessa vez a viajem começaria à tarde, com chegada prevista ao amanhecer. O pessoal era na sua maioria gente que comprava para revender. Com exceção de duas famílias e um grupo de rapazes que se alojaram no fundo. Por ser ônibus leito, peguei uma poltrona individual, quase no meio e me preparei para dormir bastante. Para ir bem confortável, coloquei um vestidinho leve para aguentar o calor que estava naqueles dias.

Umas três horas depois, o ônibus deu uma parada para jantar. Desci, fui ao toalete, lanchei e quando embarcava, um rapaz puxou conversa comigo. Tinha pouco mais de vinte anos, alto, magro, moreno e com a barba rala, que dava um certo charme desleixado.

Eduardo era seu nome. Era da turma lá do fundo. Ficamos conversando sobre produtos que compraríamos e sem ser convidado, ele sentou no braço da poltrona e pouco a pouco, o assunto foi ficando mais pessoal. Disse que trabalhava com som para DJ e ia comprar algumas parafernálias que nem guardei o nome.

Era noivo e mesmo depois de saber que eu era casada, ficou se insinuando para um romance, jogando elogios para minha beleza, que era louco por maduras e cada vez mais ousado. Para não incomodar os outros, conversávamos falando baixo, ao pé da orelha.

Gostei dele, e confesso que tenho taras por garotos mais jovens. Quando sua mão passou a acariciar meu braço, fiquei sem reação, pensei mil vezes mas o coração acelerado me fez retribuir esses carinhos. Nem me dei conta que estava agindo como uma mulher fácil, louca para se atirar nos braços do primeiro homem. De repente, ele se virou e tentou beijou a minha orelha, me deixando toda arrepiada.

Edu já se jogava em cima de mim e eu preocupada, olhando toda hora para os lados, incomodada que alguém estivesse nos observando. Ele percebeu isso e falou:

- Vamos prum lugar mais tranquilo? Espera um aí...

Foi para o fundo do ônibus e logo voltou com um outro rapaz. Era um garoto bem jovem, moleque ainda. Da minha altura, atarracado e com o rosto redondo. Me apresentou como Fernando, seu primo. Me fez levantar da poltrona, onde o Fernando se acomodou.

Fomos para o fundo do ônibus, no ultimo banco, ao lado do toalete. O danado tinha convencido o primo a trocar de lugar comigo. Mal sentamos, ele já veio para o ataque, dando um beijo gostoso, ao qual na loucura retribui. Sua boca desceu para o pescoço, o colo.

- Calma aí, devagar!

Sussurrei sem ser atendida. Quanto atrevimento! Uma mão já veio por baixo da saia, apalpando minha coxa pela parte de dentro. Como estava há mais de uma semana sem transar, o melzinho veio fácil. Fui deixando ele agir, impotente para esboçar qualquer reação.

Deitou os bancos, abriu o zíper da calça. Pegou minha mão e levou-a até seu pênis endurecido:

- Ó, dá uma olhada como eu estou! Estou louco de tesão, gostosa! Dá uma chupada nele, vai!

Nosso diálogo era todo sussurrado, para que ninguém ouvisse. Com a mão na minha nuca, puxou a cabeça e me beijou deliciosamente.

Seu dote era igual ao do meu marido e comecei a masturbá-lo lentamente, ele mexia o quadril como dava.

Percebendo que ele poderia gozar, parei e me descobri da manta. Excitada, queria ele dentro de mim e perguntei:

- Você tem camisinha?

- Puta merda, não tenho não! Olha, podemos fazer sem?

- Não! Sem camisinha não!

- Deixa amor, vai, eu sei que você também quer. Não vai ter treta não, tá legal?

Continuei negando, pensando em ficar só nos amassos. E ele insistindo, me beijando, bolinando meu clitóris sem parar. Deixando a precaução de lado e como a vontade era tanta, acabei concordando:

- Tudo bem, mas, na hora de gozar tira, tá bom?

- Pode deixar que eu gozo fora...

Dizendo isso, me virou de lado, puxou a calcinha, tirando-a e eu facilitando tudo. Pôs a mão no meio das minhas pernas e ficou mais tarado ainda, falando:

- Puta que pariu, você já tá toda molhada mulher!

Virou de lado se encochando em mim, dando um jeito de tampar a bunda com a manta. Eu preocupada, de olho nos demais passageiros que pareciam dormir. Ele penetrou e começamos a copular. Sua piroca entrava e saía, causando aquele prazer delicioso. Algumas bombadas ficavam mais fortes, quando coincidia com os pulos que o ônibus dava com as saliências da estrada.

Tive um orgasmo intenso e logo depois, ele também, acelerou as socadas e saiu rápido de mim. O jato forte da sua porra esguichou no meu vértice, molhando os lábios da boceta e se espalhando pelas coxas. Senti na virilha o contato do seu pau úmido pulsando e soltando gala sem parar.

Nisso percebi na penumbra um vulto vindo pelo corredor. Empurrei Edu para o banco do lado, ajeitando o vestido para baixo. Ele cobriu a barriga com a manta, enquanto virei para o lado da janela, fingindo dormir. O passageiro usou o toalete e mesmo com a luz batendo em nós, pareceu não perceber nada.

Levantei e fui ao banheiro me limpar. O sêmen grosso e grudento, tinha manchado meu vestidinho. Molhei uma toalha de papel e esfreguei, limpando como deu. Fui para o meio do ônibus e troquei de poltrona com Fernando, que foi para o fundo, sentar junto com Eduardo.

O ônibus ainda parou duas vezes até chegar em São Paulo. Não desci em nenhuma dessas paradas. Os meninos desceram nas duas. Eduardo passou acenando com a mão. Já Fernando passou olhando intensamente para mim na primeira parada e na outra, parou ao lado da minha poltrona, como fosse dizer algo e depois seguiu.

Chegamos com tempo ruim. Uma chuva persistente incomodava. A rua parecia um shopping center a céu aberto. Meio perdida na multidão, me socorri com informações de outros passageiros para procurar o que buscava. E notei que onde eu ia, o Fernando estava por perto. Não demorou muito para o menino se aproximar e se oferecendo para ajudar, carregando minhas compras.

Quando já estava com uma caixa grande e sacolas cheias de bugigangas, fomos até onde o ônibus estava estacionado, para guardar os produtos no porta-malas. O ônibus estava vazio, só os dois motoristas dormiam no primeiro banco. Como já tinha gastado a cota e meio cansada de andar na chuva, resolvi descansar um pouco.

Fernando pelo jeito voltou às compras. Não demorou muito, voltou ao ônibus, trazendo duas latinhas de coca cola. O garoto tinha ido comprar o refrigerante para mim. Tão solicito que logo percebi que o rapazinho estava querendo algo comigo.

Na volta, ao embarcar, Edu passou por mim e disse:

- Meu primo está louco por você. Você não ficar com ele?

Assim, na lata, como se eu fosse uma vadia qualquer. Aquilo me irritou:

- Que que é isso? Você tá pensando o que?

- Desculpe, Lu. Não é isso. É que o Fernando sabe que ficamos e ficou me enchendo o saco, dizendo que também estava afim, entende? Ele está louco por você. Olha, não fica chateada, tá? Não tá aqui quem falou, tá legal?

Logo depois que deixamos a cidade, tivemos que passar por uma barreira da PRF. Os policiais mandaram todos descer e foram vistoriar o ônibus, além de mandar abrir a bagagem de alguns passageiros. Ainda bem que não foi a minha.

Edu se aproximou falando:

- Olha, Lu, desculpe insistir. Meu primo me encheu o saco pra falar de novo com você. Será que você não pode conversar com ele?

- Que saco! Já disse que não! Nem devia ter ficado contigo! Se o moleque quer tanto, porque ele não vem, ele mesmo falar comigo? Saco!

- Já disse isso pro piá. Falei que você é casada, que não fica com qualquer um, mas ele não se conforma. É que o Fernando nunca ficou com uma mulher, entende? Por favor, faz isso pra mim? Por favor...

Virgem! Então era isso. O garoto, apesar de gordinho, não era de se jogar fora. Foi bom transar com o ônibus em movimento, apesar de meio desconfortável.

 Foi arriscado e tivemos sorte de ninguém perceber. Os dois primos, com certeza estavam achando que eu era uma piranha, dessas que abre as pernas para qualquer um. Bem, eles até que não deixam de ter razão, pela forma que me comportei. Mas...

Mil pensamentos passaram pela minha cabeça. Por outro lado, ninguém no ônibus me conhecia. A quilômetros longe de casa. Numa longa e maçante viagem noturna de volta. Um moleque virgem babando para comer esta coroa. Porque não? Comecei a sentir aquele formigamento no meio das pernas, a inquietação que a faz ficar úmida. Que anula a razão e me leva ao desejo proibido, ao pecado...

Na parada seguinte para jantar, ao embarcarmos, quando os dois passaram por mim, falei para o Edu:

- Tá bom. Vou conversar com seu primo, tá? Senta aqui que eu vou lá atrás falar com o Fernando.

Fui para o fundo do ônibus e apontei para a poltrona da janela, onde o Fernando estava sentado. Ele se levantou e eu me acomodei. E desta vez, fui eu que perguntei na bucha:

- É verdade que você quer ficar comigo?

- É...

- E quer transar comigo?

- É...

- E porque?

- É...

- Fala, garoto!

- É que, bem... você é muito gostosa.

- Só isso? Gostosa?

- É, você..., você ficou com o Edu e eu também quero. Eu bati duas punhetas pensando...

Então o moleque tinha até se masturbado em minha homenagem. Olhei ao redor. Todos dormiam, cansados pelo dia cheio. Rapidamente fiquei em pé, ergui o vestido e tirei a calcinha.

O menino só observava maravilhado. Apalpei sua braguilha e constatei que ele estava com a ferramenta dura. E mesmo por cima da calça, deu para sentir que era de bom tamanho. Nem acabei de mandar ele abaixar as calças, o garoto o fez rapidamente, tirando a arma para fora.

Com o banco abaixado, sentei bem na ponta da poltrona, abri as pernas, trouxe ele na minha frente e falei:

- Vem.

Fernando se acomodou mais do que depressa. Ergui as pernas enlaçando seu quadril e senti os pés batendo no encosto da poltrona da frente. Dobrei os joelhos, num frango assado incompleto. Ele já tinha encostado a caceta no meio das minhas coxas, dando estocadas lentas, sem acertar a entrada.

Ao pegar em sua vara para guiar na minha xana, vi que era grosso, muito grosso! Acho que o pênis mais grosso que eu já tinha pegado. O moleque era mesmo roludo. Acomodei a cabeçorra entre os lábios vaginais. Relaxei para recebê-lo dentro de mim, dizendo:

- Empurra! E olha, na hora de gozar, vê se tira, viu?

O garoto mandou ver, com fome, arregaçando minha xaninha. Não parou de empurrar, até ficar todo atochado e com a ponta bater no meu útero. Doeu um pouco e reclamei:

- Ái! Devagar!

E ele então me calou com um beijo, sua lingua parecia uma compra dentro de minha boca.

A sensação de estar firmemente preenchida era deliciosa e meus sumos aumentaram. Fernando continuou metendo com mais cuidado, mas não demorou muito, aumentou o ritmo. Ele tremia de tesão e prazer. Deu mais umas socadas rápidas e se deixou cair sobre mim, segurando os gemidos.

Senti jatos mornos dentro de mim. Seu badalo profundamente enterrado na minha boceta latejava forte, esguichando gala sem parar, enchendo-a de porra. O moleque tinha gozado dentro de mim!

Tentei empurrá-lo falando:

- Droga! Você gozou dentro! Que droga!

Ele ainda tomado de emoção, a contragosto, tirou o pau todo melado. Da minha xana brotava porra que escorria para fora. Me levantei e assim mesmo, nua do quadril para baixo, passei por cima dele e fui para o toalete, que por sorte estava ali ao lado. Ao abrir a porta, a luz do banheiro iluminou tudo lá atrás e eu nem me importei.

Sentei no vaso e fiz xixi, deixando a gala espessa e abundante cair no vaso. ¨Louca!¨, disse para mim mesma. Limpei como deu, gastando um monte de toalhas de papel. Só agora pensava nas consequências de meu ato insano.

Quando sai do toalete, a luz iluminou o menino, que ainda estava com o pau de fora e mais notável, em ereção, firme, apontado para cima. De relance, pude ver o tamanho e a grossura do seu falo.

Mal sentei, o menino veio passando a mão, todo tarado. Ele queria de novo! Confusa, com a visão do seu membro duro e o fato de que eu não tivera orgasmo ainda, me fez pensar que estava na chuva e já molhada. Que danasse o resto então!

Passei por cima dele, me acomodei de novo na poltrona da janela. Olhei novamente para outros passageiros e fiquei mais tranquila, constatando que todos dormiam. Puxei novamente Fernando para cima de mim e desta vez, entrou bem fácil, já que eu estava bem lubrificada pelo meu melzinho e a porra que ele tinha enfiado até no fundo.

Estava difícil abafar os grunhidos roucos e sussurrados que tanto ele como eu soltávamos. Em um ato insano, tirei-o decima de mim, virei de lado deixando minha bunda exposta, queria sentir aquela cabeçorra atrás. 

O garoto percebeu e com muito carinho se encouchou de ladinho e com cuidado foi dirigindo seu mastro para a porta do meu buraquinho, ele forçava a entrada e eu aos poucos cedia. Era uma sensação maravilhosa sentir aquela cabeçorra entrando em mim, e ele foi movimentando-se lentamente em um vai-e-vem ritmado a beijos na minha nuca orelha. 

Acabei tendo o meu orgasmo, logo seguido de outro. Ficamos ali transando um bocado de tempo. A certa altura, paramos um pouco, bem encaixados.

Nessa altura, nem importava mais se ele gozou ou não, outra vez dentro de mim, dessa vez atrás. Só busquei outros clímax. Deixei que ele metesse até se saciar, o que parecia difícil. O menino não se cansava. Metia sem parar. E eu tendo vários orgasmos. Dar para o Fernando estava sendo bem melhor do que fora com seu primo.

Nem voltei para a minha poltrona. Dormimos ali mesmo, abraçadinhos e cansados, como bons namorados, até chegar em nossa cidade. Quando eu estava acomodando minhas compras no táxi, Eduardo se aproximou e me deu seu telefone anotado num papel. Talvez eu ligue para ele.

Sim, vou ligar com certeza. Mas para fazer contato com seu primo Fernando. Imagino que enloqueci de vez por esses garotos.

Ivana Borges

 

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Conto Erótico - Malu - Casada invifiel que adora sexo

 Meu nome é Malú e sempre fui muito quente em relação ao sexo, mas devido a criação, acabei reprimindo certos desejos considerados “errados” pela sociedade. Sentia tesão até vendo novela, quando os atores se beijavam na telinha. Imagina quando via certos filmes então.


Sou uma mulher de 26 anos hoje, casada com um homem especialmente fora de série, que me oferece tudo que uma mulher pode sonhar, exceto um sexo quente na cama, apesar do pouco tempo de casados- 4 anos.


Ele tem quase o dobro da minha idade e talvez isso faça com que ele não seja mais o garanhão que eu sobe ter fama no passado distante. É bonito, corpo legal, inteligente e com uma mente aberta e atual. E com um detalhe muito bom: é rico. Isso me mantém coladinha a ele também, mas não é o fator mais importante na vida.


Eu sou uma loira de cabelos cacheados, olhos azuis, cinturinha fina e com um bumbum que, segundo dizem é de parar o trânsito. Tenho 1,75m e 56 kgs muito bem torneados pela natureza e com certa ajuda do meu cirurgião plástico que turbinou meus seios deixando-os do jeito que eu sonhava.
 

Quando tive alta da cirurgia, abandonei o uso de sutiãs e só usava na praia ou clube, mas sempre procurava peças sensuais que valorizassem mais ainda a beleza deles.


Usava novos decotes e transparências sem o menor problema. E sempre com o apoio do maridão que começou a gostar de me ver deixar os homens babando pela mulherzinha dele. 

Comecei a usar calças mais justas ou curtas valorizando minhas curvas. Em restaurantes ele sempre me avisava discretamente que havia um ou dois homens me observando e eu me molhava toda quando percebia que era verdade e certa vez, comentei com ele meu estado. 

Ele perguntou se eu tinha gostado do gato e eu corada, baixei a cabeça de vergonha, mas ele foi liberal e pra que eu me sentisse mais sexy, disse que era natural os homens me comerem com os olhos. Disse ainda que sabia que ele era incompleto comigo na cama por falta de libido e se desculpou. 

Aquelas palavras me deixaram mais apaixonada por ele e espantada com o que veio depois. Ele me disse que eu era uma mulher nova, quente e cheia de vida e tesão e que a partir daquele momento estaria liberada e poderia sair com outro homem que me agradasse. 

Fiquei pasma com aquilo e quis brigar com ele dizendo que ele não me amava mais e ele disse que amava sim e que por esse motivo mesmo é que estava “abrindo o mercado” pra mim. 

Desconversei e mudamos de assunto, mas na cama depois de uma transa nem tanto satisfatória, comecei a pensar mais no assunto e acabei sentindo um fogo no meio das pernas e só de pensar em outro cacete além do meu marido me fez ter um orgasmo em silêncio.


No dia seguinte, durante o café da manhã, quis confirmar com ele o papo da noite anterior, já que ele estava na quarta dose de wisk quando falou tudo aquilo e ele confirmou novamente. Senti um novo fogo no meio das pernas e sorri dizendo que ia pensar a respeito.

 Ele foi trabalhar e eu fui escolher a roupa que usaria pra sair à tarde e convidei uma amiga para me acompanhar e ela pediu que pra passar na casa dela e apanha-la. Quando cheguei e toquei a campainha, ela me fez entrar e me levou para a sala onde ela estava teclando na internet com um rapaz e segundo ela, fazendo sexo virtual. 

Me mostrou o texto da conversa e o que li me deixou molhadinha na maior facilidade. Decidi naquele momento que compraria um computador pra mim e começaria fazer tudo aquilo também. Liguei para meu marido e contei a novidade e ele aprovou. 

Fui à loja indicada por ele e comprei pagando à vista e tendo assim um tratamento diferenciado e me prometeram que um técnico iria entregar em casa e montar o equipamento pra mim. Deixei minha amiga em casa e fui pra minha esperar pelo meu novo brinquedinho.


Duas horas depois tocou campainha e ao abrir, quase tive um treco: um negro alto e lindo com uma caixa grande nas mãos perguntando se eu era a Sra. Maria Lúcia. Gaguejei e confirmei ouvindo ele dizer que trazia meu micro e “montaria pra mim”. 

Olhando pra ele convidei pra entrar e pensei que ele poderia “montar em mim”. Mas deixei ele na sala indicada montando tudo e disse que ia tomar uma ducha e já voltava e que era pra ele ficar à vontade. Dei mais uma olhadinha pra ele e quase tremi na base. 

Entrei na ducha e desliguei a água quente pra esfriar a xaninha e o tesão, mas nada. Nem uma masturbação rápida me aliviou. Coloquei uma calcinha bem pequena de rendinhas e fio dental e um hobby curtinho de seda branca e fui ver como estava a montagem.


Recém saída do banho e perfumada, não teve como o rapaz elogiar o perfume que sentia e me deu aquela medida com os olhos, dando uma parada nas coxas à mostra. 


Fiz algumas perguntas sobre o micro, mas ele falava, eu olhava pra ele, mas meus pensamentos estavam longe do micro e perto da cama. Resolvi dar sopa pra sorte e peguei uma cadeira e sentei cruzando as pernas bem perto dele que a todo momento desviava os olhos e me secava as coxas. Aquilo foi me deixando mais e mais molhadinha. 

Eu estava vendo a hora em que pularia sobre ele e o atacaria, mas não precisei. “Sem querer” ele deixou uma chave de fenda cair no chão e me pediu pra pegar pra ele. Abri as pernas e dobrei o corpo para apanhar a ferramenta deixando que ele tivesse uma visão mais detalhada do que cobria aquela seda branca. 

Quando voltei à posição, a parte de cima do hobby ficou desarrumada e deu mais um ponto de visão pra ele, parte dos meus seios empinados e firmes. Ele parou de vez e ficou me olhando o corpo todo, de cima em baixo e eu pegando fogo esperando uma atitude dele quando ouvi ele dizendo em tom de exclamação que eu era um espetáculo de mulher e perguntei suavemente se ele queria ver mais e me levantei e abri a roupa bem devagar e mostrei tudo pra ele que esticou a mão pra me tocar, mas não teve coragem. Olhei pra ele e disse: sirva-se. 

 

Não precisei falar duas vezes. Ele levantou da cadeira e me deixou perceber o volume enorme que se formou na calça dele. Fiquei olhando pra calça dele enquanto ele ma acariciava de leve e tocava meus seios e foi se aproximando e acabou me abraçando e me beijando a boca. Suas mãos passeando pelo meu corpo todo e o pau dele crescendo cada vez mais.


Toquei seu volume e pedi pra ele tirar a roupa e me seguir. Deixei o hobby cair e fui em direção ao meu quarto. Olhei quando ele veio tropeçando na calça que tentava tirar a todo custo. Ri da cena e esperei por ele deitada na cama de forma bem sensual. 

Ele chegou só de cueca que eu tirei antes que ele começasse algo. Pensei em desistir quando vi aquela varona negra, grossa, brilhante e cheia de veias. Lindo potente, mas não tinha mais volta e quando ele foi deitar sobre mim eu pedi pra me deixar chupar o monstro antes e fui pra cima dele. 

Fiquei admirando aquela maravilha de mais ou menos 23 cm e coloquei na boca tentando engolir tudo, mas obviamente não deu e me contentei em chupar somente a cabeça e onde conseguia chegar. Eu sei que proporcionei a ele algo que talvez nunca tinha conseguido. Deixei o pauzão bem molhado pela minha saliva e subi sobre ele e encaixei na minha xaninha delicada. 

Fui metendo e gritando de alegria e tesão e antes de chegar no final, gozei com nunca havia feito. Encaixei tudo e comecei a melhor cavalgada da minha vida. Após perder o número de orgasmos que tive, deixei meu corpo cair sobre o dele, que me virou e me colocou na posição de frango assado e continuou a bombar. 

Eu sentia sua pressão no peito e delirava e só gozava até que de forma consciente, ele avisou que ia gozar e tirou de dentro dela, pois estava sem camisinha e despejou 5 ou 6 belos jatos de esperma sobre meu corpo e o primeiro chegou no meu rosto de tanta potência.


Ele deitou-se ao meu lado e só exclamou: MEU DEUS, QUE MARAVÍLHA!!!


Pediu uma toalha e perguntou onde era o banheiro e eu levei meu novo Apolo até lá e pra que o esperma dele não caísse pelo chão, passei por todo corpo e até na boca. Assisti seu banho e ele meio de cabeça baixa, não sei por que, disse que ia terminar de montar o computador. 

Voltei peladinha até onde ele estava e ele me disse pra não provocar mais pois ele era evangélico e aquilo era errado. Compreendi e aceitei, já que estava bem saciada e meio dolorida na xaninha. Ele terminou de me orientar e sugeriu um curso de informática para aprimorar os conhecimentos.


Acompanhei o rapaz até a porta ainda nua e pedi um beijo de despedida que ele não negou e me proporcionou meu último orgasmo. 


Ele saiu e no caminho cumprimentou meu marido que chegava em casa e que quando abriu a porta e me viu nua, entendeu tudo e sem dizer nada ouviu meu relato e meu agradecimento pelo seu amor por mim. Levei o pelas mãos até a sala onde estava montado o computador novo pra ele.
 

Ele me disse que pediria ao Marcio do CPD da sua empresa para vir me dar umas aulinhas de informática no dia seguinte e ele deu. E como deu. Eu conto na próxima como foi a primeira aula.

 

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domingo, 11 de outubro de 2020

Delivery de Produto Erótico no motel e o vendedor do sex shop me comeu.

 Delivery de Produto Erótico no motel e o vendedor do sex shop me comeu.


Vou contar um pouco de mim , sou Erika (nome fictício) de Campinas, 48 anos, trabalho muito e agora estou trabalhando de casa devido a pandemia. Muitas vezes fico estressada e vou para o motel sozinha para poder relaxar. 

Mas resolvi contar um pouco da minha historia e da minha fantasia realizada.
Minha filha resolveu casar e então contratei um fotógrafo e nem olhei para ele direito afinal eu era uma mulher séria e casadissima, nunca tinha olhado para outro.


Enfim no dia do casamento eu olhei para ele tinha bebido um tanto e disse nossa que fotografo bonito, bem logo em seguida veio a resposta , é bonito mesmo é meu marido.🙈🙈🙈 Disfarcei né .
Bom o tempo passou eu tinha um sonho em fazer um ensaios sensual. 

Chamei ele para conversar e perguntei se ele faria esse trabalho, ele disse que não , mais que tinha essa vontade.


Desisti como disse era casada melhor procurar uma mulher para me fotografar.
 

Meses depois eu resolvi e chame de novo sem intenção (juro) só que começamos a conversar mais sobre fotos , poses , lugares e confesso investimos um no outro .


Meses até chegar o dia das fotos. 


Conversas picantes, eu me envolvia cada vez mais naqueles desejos, naquele jogo de sedução, eu não tinha e não tenho isso em casa. Sou bonita me cuido e mesmo assim aqui nenhum elogio.
Mais o fotógrafo me encantou e eu a ele. 

Chegou as fotos , fomos para o motel (como disse adoro) para esse ensaio , meu que loucura , ele me disse que não ia me tocar mais eu não acreditei , achei que diante de tudo que conversamos ele ia me comer muito aquele dia. Pasmem ele foi fiel , ele me tocou sim, nós beijamos , dançamos eu semi nua , me agarrou por trás , era louco nos meus seios, mais não me comeu.


Fiquei frustada , ele fez uma promessa a esposa que nunca a trairia , mais caraio ele traiu quando topou tudo , ou não ???

Pois bem , ficamos assim e assim estamos ate hj . 

Conversas picantes , eu louca nele e ele em mim mais diante da promessa não me come eu fico como , sonhando com esse dia. Que talvez chegue ou talvez não .Mais até hj faço de tudo para ele topar . 


Semana passada me indicaram um grupo de WhatsApp de mulheres que elas falam de sexo, tem vídeos porno e muita putaria. Tem mais de 200 mulheres e apenas o administrador é um homem . A fama dele é muito boa no grupo, falavam que ele chupa muito bem, fiquei intrigada com isso. 

Então resolvi ir para o motel dar uma relaxada. Fiquei tentando o fotógrafo para ir me visitar , mas ele me despresou e ao mesmo tempo falando com o administrador do grupo. Uma de minhas fantasias era ser comida por um entregador e comecei a conversar isso com ele. Ele falou que poderia fazer um delivery de sex shop. 

Aquilo me deixou muito excitada. Fiquei pensando que poderia pedir um vibrador e ele usar aquilo em mim , fiquei pensando em comprar um plug anal e ele enfiar no meu ratinho , mas acabei pedindo um gel que vibra.  Ele falou que ia pegar no sex shop e ia levar para mim. 

Pensei comigo que era maluca em aceitar que um desconhecido me tocasse, mas sempre fui louca por um entregador , desconhecido me comesse, então a vontade era maior. Ele entrou todo tranquilo e charmoso , com o gel na mão e me acalmou . Estava em meio a filme porno e ligação de trabalho , com um roupão brando sem nada por baixo. 

Ele gentilmente esperou e terminar a ligação, me deu um abraço e começou a beijar e tirar meu roupão. Suas mãos começaram percorrer pelo meu corpo. Aqueles dedos gostosos acariciando minha buceta por baixo do roupão . minha buceta comecou a ficar muito molhada. ele tirou meu roupão e começou a chupar minhas tetas.  

Estava com muito tesão nesse homem. Ele me colocou na cama e começou a me chupar. Que língua divina, bem que falaram para mim no grupo de mulheres do whats que ele tinha uma língua deliciosa. Ele me chupava com gosto, enfiava os dedos na minha buceta e eu estava ali em êxtase. 

Ele me colocou de 4 e comecou a me masturbar com aqueles dedos delicioso que eu tive pela primeira vez um squirting . Nunca havia tido isso antes, posso afirmar para vocês que é uma sensação mais que deliciosa.  


 

Depois de gozar muito e deixar a cama toda molhada , ele me deitou na cama, me chupou ainda mais , saboreando minha bucetinha toda e me começou a enfiar o pau na minha buceta. Ele socava gostoso e eu ali entregue aquele desconhecido que acabara de entrar no motel e nem conhecia a cara dele. Ele me fodia, me fodia . 

Que delicia!!!!! Me colocou de 4 e me fudeu mais ainda. Foi simplesmente delicioso.
Ele se vestiu , foi embora e eu fiquei no motel por mais um tempo relaxando dessa aventura. Quando estiverem estressadas e quiserem relaxar, vá em um motel e chame um sex shop delivery.

Quer saber mais sobre o sex shop e o delivery entre em contato comigo.

vale a pena ler esse também: Conto erótico no sex shop

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sexta-feira, 9 de outubro de 2020

Vibrador que pulsa na buceta que comprei no Sex Shop em Campinas

 Meninas, 

Mais uma novidade que eu acabei de comprar no sex shop em Campinas. É um vibrador sensacional. Ele faz o trabalho sozinho. 

Além de ele vibrar muito , mas muito mesmo ,  ele pulsa de uma forma que é delicioso.  Experiência única. O mais bacana que eleé recarregável e a prova dàgua. Vou colocar os vídeos para vocês verem 

Esse vibrador em nossa buceta é algo surreal . Eu comprei no sex shop Amore Totale em Campinas

 

                                                              Vibrador que pulsa e vibra


                                                      Vibrador que pulsa e vibra em ação


Esse blog de sexo vai ficar melhor que o xvideos, redtube e netflix juntos

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